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Apresentação

A Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC), integrada desde 1985 no Politécnico de Coimbra, é detentora de um historial de 132 anos.

A Escola orgulha-se do seu passado secular, valorizando-o e divulgando-o. No entanto, nunca deixou de se adaptar às novas tecnologias e às mudanças verificadas nos sectores para os quais se encontra vocacionada.

Ministra Cursos Superiores Técnicos Profissionais (CTeSP), Licenciaturas e Mestrados nas áreas de agricultura biológica, agropecuária, ambiente, biotecnologia, ecoturismo, florestas, gastronomia e tecnologia alimentar, caracterizados por uma forte componente profissionalizante e por uma ligação muito próxima ao tecido empresarial, a associações e cooperativas.

140 é a totalidade de hectares que, na margem esquerda do rio Mondego, acolhem esta que é a mais antiga escola agrária do país. Além de extensas áreas dedicadas à produção agopecuária (83,8ha, 12 dos quais certificados para produção biológica) e florestais (23,0ha), a ESAC dispõe de modernas instalações, oficinas tecnológicas e laboratórios de qualidade, que lhe permitem afirmar-se como uma escola de referência nacional ao nível do ensino e da investigação agrária aplicada. São quase meia centena os projetos de investigação nacionais e internacionais nos quais a Escola está envolvida e que dão suporte à atividade letiva e se interligam com a atividade do CERNAS - Centro de Estudos de Recursos Naturais, Ambiente e Sociedade, sedeado na ESAC e recentemente classificado como Muito Bom pela FCT. Tudo isto, somado a um corpo docente altamente qualificado.

Nos últimos anos, esta Escola tem também apostado na internacionalização da sua oferta formativa e na promoção do seu trabalho junto da comunidade externa. Com esse fim, leva a cabo uma série de iniciativas que têm como objetivo “abrir a ESAC à comunidade”, complementando o trabalho mais científico e tecnológico com seminários e palestras, assim como com outro tipo de iniciativas de cariz mais geral.

A ESAC caracteriza-se ainda por ser um “campus sustentável”. Além de integrar o Programa Eco-Escolas, tem investido em projetos de eficiência energética e de adoção de práticas comportamentais, que fazem do espaço um exemplo de sustentabilidade ambiental.